Na aviação, não existe margem pra improviso — e o seguro precisa acompanhar essa régua. O seguro aeronáutico protege dois mundos: a aeronave em si (casco) e a responsabilidade do operador por passageiros e terceiros (RETA). Como corretora registrada na SUSEP, a Salud cota com seguradoras especializadas, de Minas Gerais para todo o Brasil.
Casco: o seu patrimônio voador
A cobertura de casco responde pelos danos à própria aeronave — avião ou helicóptero — em voo, em solo, no pouso ou por eventos como colisão, incêndio e, conforme a apólice, roubo. É o que protege o bem que custou o preço de um imóvel (ou vários).
RETA: a responsabilidade que a lei exige
O RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo) cobre danos a passageiros, à carga e a terceiros na superfície. É exigido para operar aeronaves no país — funciona como o obrigatório da aviação. Voar sem ele não é opção.
Cada operação tem seu risco
Um avião executivo, um helicóptero de transporte, uma aeronave de aviação agrícola (pulverização) e um aeroclube têm perfis de risco bem diferentes. A apólice certa considera o tipo de operação, as horas de voo, a tripulação e o uso — não existe “seguro aeronáutico genérico”.
Onde entra a Salud
A gente entende a sua operação, dimensiona casco e responsabilidades nos limites certos, e trabalha com seguradoras que aceitam aviação — inclusive perfis específicos como o agrícola. Do interior de Minas a qualquer aeroporto do Brasil, você voa com o patrimônio e as responsabilidades cobertos.